Oito dias de gelo,
vento e animais.
De Torres del Paine ao Lago Argentino com doze pessoas, construído em torno dos animais sobre os quais se disparou aqui durante um século e já não se dispara.
Orçamentado por grupo. Os quartos, os rastreadores e as horas em privado variam.

Doze lugares. A lista de espera está aberta.
Em finais de março a lenga muda de cor e o vento do verão cai — o parque esvazia-se, e os rastreadores chamam ao fim da época a sua melhor janela.
As manadas de guanacos descem das terras altas, e os pumas seguem-nas. Duas bases em oito dias — quatro noites sob o maciço do Paine, três do lado argentino em frente ao gelo — e um trajeto longo entre elas que atravessa uma fronteira e quase toda a estepe.
O puma encontra-se a pé, pelos rastos e a olhar para o que fazem os guanacos, porque eles veem o felino muito antes de si. Duas manhãs começam às cinco e meia. O que acontece depois depende do que os rastreadores encontrarem.





Torres del Paine
a estrada para norte
Aterrar em Punta Arenas e subir para norte pela estepe. A Explora está sobre as quedas de Salto Chico desde 1993, com quinze mil acres de reserva própria atrás, e a primeira tarde é curta de propósito — um passeio para soltar as pernas, não um cume.
Base — Explora Torres del Paine, Salto Chico

O maciço do Paine
guanaco e puma
Dois dias dentro do parque, ambos a começar antes de haver luz. O resto de cada dia é o maciço: a base das torres se quiser a caminhada longa, o vale do Francês se quiser a outra.
Base — o mesmo lodge, quatro noites ao todo

Lago Argentino
gelo e estância
Para leste, atravessando a fronteira para o lado argentino, onde o campo de gelo desce até à água. Três noites no Eolo — dezassete quartos em quatro mil hectares de terreno aberto — com o Perito Moreno a uma hora de estrada e a Estancia Cristina a uma travessia de barco pelo lago.
Base — Eolo, Lago Argentino, três noites
A última semana de março é quando o parque muda de cor e se esvazia. Não é uma atividade acrescentada; é a razão de a semana estar onde está no calendário.
Aqui nada é atraído com isco. Os rastreadores são experientes e as probabilidades nesta janela são as melhores do ano, mas nenhum avistamento pode ser garantido.
Duas bases em oito dias e um trajeto longo entre elas. Duas manhãs começam às cinco e meia, e as duas tardes seguintes são suas.
Diga-nos quem viaja, e nós respondemos.
Preço sob consulta. Cada semana é orçamentada para o grupo que a leva — quartos, rastreadores, e quanto dela é privado. Respondemos em dois dias úteis, por carta ou por telefone.